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Gestão médica: o que podemos aprender com a clínica Mayo?

Gestão médica: o que podemos aprender com a clínica Mayo?

A gestão médica desenvolveu suas atividades com foco em rentabilidade financeira, softwares clínicos, melhoria dos processos de diagnósticos e intervenções terapêuticas inovadoras. O que muitos gestores perceberam é que essas atividades não garantiam a confiança dos pacientes.

A clínica Mayo optou por aperfeiçoar os processos assistenciais, com foco nas necessidades dos pacientes, em um atendimento diferenciado e acolhedor, que vem ganhando cada vez mais adeptos. Trata-se de atender às demandas físicas, psíquicas, sociais e clínicas, estabelecendo uma relação terapêutica vantajosa para ambos.

Quer saber o que podemos aprender com a Clínica Mayo? Então, fique por aqui e acompanhe nossas dicas!

Conheça profundamente seu paciente

Identificar as manifestações clínicas de uma doença, conhecer a fisiopatologia e as principais estratégias terapêuticas são saberes essenciais dos profissionais médicos. O que deve ser aliado a um prontuário eletrônico adequado é a forma de conhecer os pacientes.

Nesse sentido, é preciso saber outras questões que interferem na terapia, tais como hábitos de vida, religião, convívio familiar, perfil socioeconômico, condições higiênico-sanitárias do meio onde ele vive e tantas outras questões.

De forma gradativa, a relação terapêutica vai se estabelecer e o médico poderá indicar a melhor terapia para aquele paciente e não uma baseada em estudos clínicos randomizados.

Estabeleça um tempo para conversa

Por mais produtivo que possa parecer as consultas agendadas, esse processo não deve ser seguido à risca. Alguns pacientes necessitam de mais tempo para conversar, para explicar os motivos do encontro e para entender as manifestações clínicas citadas.

A relação de confiança entre médico e paciente é construída pouco a pouco e, por isso, o tempo não pode ser medido em minutos e, sim, em eficiência para resolver os problemas. Uma consulta médica pode ser eficiente em apenas 15 minutos, enquanto outra pode precisar de muito mais tempo e ainda não solucionar todas as questões.

A diferença entre as duas é a objetividade, os históricos clínicos e medicamentosos detalhados, a atenção aos sinais e sintomas e a compreensão dos anseios do paciente.

Entenda o paciente como prioridade

Pode soar estranho para alguns, mas o ideal em qualquer situação clínica é ouvir as necessidades do paciente.

Os médicos tendem a ofertar o melhor tratamento sem levar em consideração o custo, as condições de utilização dos medicamentos e a capacidade cognitiva do paciente. Sendo assim, ocorre a falha terapêutica e as complicações da doença vão surgindo.

Colocar o paciente como prioridade implica averiguar as condições do meio onde ele vive e adequar à terapia proposta. Uma experiência que serve de exemplo é colocar-se no lugar do outro entendendo suas dificuldades em assimilar um tratamento medicamentoso.

A gestão médica ainda é associada à produtividade dos serviços, à lucratividade e à atenção focalizada aos problemas fisiopatológicos. Todavia, o que se observa em algumas empresas é que esse modelo não atende ao propósito essencial do exercício da medicina, que é cuidar do outro.

Percebendo essa discrepância, os médicos da Clínica Mayo desenvolveram métodos assistenciais em que colocam o paciente como prioridade por meio do fortalecimento das relações clínicas e mudanças comportamentais nas condutas de saúde.

E você, já pensou em modificar os processos de sua empresa de saúde? Ou já possui relatos sobre essa experiência? Conta pra gente nos comentários.

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